Leis da Evolução, por Nídia Faria

O homem parece ter nascido com uma vantagem grandiosa sobre o resto dos seres vivos que habitam a Terra. O homem teve direito exclusivo à capacidade de raciocínio, o que, curiosamente, só lhe veio complicar mais ainda a existência, acabando essa vantagem por lhe atormentar o espírito com questões e dilemas existenciais intermináveis que acabaram por criar, por sua vez, uma sensação de insatisfação. O homem é, sempre foi e sempre será, por isso, o único ser com manias de buscar constantemente algo, entregando-se a uma data de demandas infindáveis. Manias de seres racionais. Manias de gente.

Essas manias fizeram com que o homem se preocupasse com tudo – ou com quase tudo – aquilo que existe à sua volta, e foi esse poder racional, com que fomos presenteados, que nos permitiu problematizar o mundo e atingir o progresso a vários níveis.

Desde sempre que o homem revelou uma tendência para querer dominar e superar o Tempo – a velhice, e com ela os desafios do que é ser-se velho -, bem como digladiou-se para encontrar formas de dar a volta – e a reviravolta – às doenças que lhe atacam o corpo e a mente. Este ser racional tem uma persistência incansável e incorruptível em buscar e alcançar uma “vivência quase que imortal”, procurando sempre maneiras de viver mais e o melhor possível – o medo de sofrer e de morrer, que é tão natural, acabou por incentivar a genialidade e a superação de mistérios e de males existentes e inimagináveis. Assim sendo, o homem combate todos os dias para se ultrapassar a si mesmo, travando, desde que nasce, uma luta desenfreada e teimosa contra um Tempo, que é inflexível e irresgatável. Esse, passa e não espera.

Há gente que se programa, a modos de ocupar as horas que lhe restam, para concretizar algo: define-se uma missão qualquer, e enche-se de intenção e de iniciativa. Há missões fáceis e difíceis, concretizáveis ou improváveis, e, por vezes, mesmo impossíveis. Mas há missões e intenções.

Salvar uma vida. Eis uma heróica e generosa intenção, uma acção digna e admirável, que pode partir de qualquer ser humano, bastando atitudes simples, até – por exemplo, só o facto de se dar sangue já pode salvar várias vidas. É concretizável.

Prolongar o nosso tempo de vida. Eis uma curiosa e ousada intenção. Uma intenção que já não depende de todos. Depende de um resumido grupo de pessoas, ligadas ao vasto campo das Ciências – Biológicas, Naturais, e afins. Neste caso, a solução pode partir de uma centelha de esperança, e da tentativa incessante de se superarem as adversidades que se apresentem à saúde de cada um.

Busca-se, portanto, uma cura, uma luz, um ”plano de fuga” para as falhas naturais e anormais que possam desorientar e fazer falhar o funcionamento do nosso organismo, sejam estas falhas pontuais, ou provocadas por acidente, ou mesmo genéticas. Sente-se uma vontade imensurável de poupar ao máximo o ser humano do sofrimento, e, muitas vezes, apenas o que se consegue é o adiar deste.

Mesmo assim, a Ciência não deixa jamais de nos surpreender com as suas propostas e descobertas, criando e experimentando fórmulas que permitam chegar a brilhantes revelações e compreensões.

Um dos campos visados pela Ciência é o da saúde, portanto. A saúde como um bem essencial, como um direito que a todos pertence. Mas até que ponto se esforçam estes cientistas para nos oferecer as condições que nos permitem viver anos e anos e anos? Nunca pensei nisto assim, mas funciona quase como uma impressionante ambição de se conquistar o segredo que nos venha aproximar o mais possível do impossível: “a eternidade”.

Claro que essa eternidade não nos pertence, e imaginar o mesmo homem vivendo durante todo o sempre sem encontrar um fim, ou sem conhecer o seu fim, parece-me aborrecido. Mas as pessoas assustam-se com o fim das coisas. Vêem-nas acontecendo diante dos olhos, e ganham medo desse procedimento natural que acontece a todas as coisas que existem. Cada pessoa se assusta por razões próprias, por exemplo: porque não querem sofrer, ou porque não sabem se existirão depois, mais uma vez, ou porque não gostam da sensação de não controlarem esse momento final, e por aí adiante. Também há quem não tema a morte, e viva mais tranquilo. Mas a verdade é que se faz um esforço incrível para se sobreviver. Que vontade! Que ousadia!

Com tudo isto, preciso e faço uma pausa. Abro o jornal, e embrenho-me despreocupadamente nas suas páginas. Lendo-o, encontro uma notícia curiosa, e paro por um instante. Encontrara mais uma prova deste esforço de sobrevivência humana. Incrível! Segundo a Agência Lusa, a professora e investigadora Margarida Correia Neves lançou para debate uma nova proposta, o xenotransplante, que consiste em transplantar órgãos de animais para seres humanos.

A investigadora crê que, no futuro, esta possa ser uma das medidas às quais, para se salvarem vidas, os médicos possam eventualmente vir a recorrer: transplantes de órgãos não só humanos, mas também de origem animal – tudo em prol da sobrevivência humana.

Segundo a investigadora, várias experiências têm sido feitas respectivamente ao transplante de órgãos inteiros, mas até hoje nenhum desses casos vingou. O que tem funcionado é o transplante de válvulas cardíacas ou de vasos sanguíneos – de suínos e bovinos – para recuperação ou mesmo substituição destas no ser humano.

Na verdade, o grande desafio do xenotransplante, segundo Margarida Neves, fixa-se no facto de este exigir uma redução muito elevada da resposta do sistema imunitário do paciente, o que, por sua vez, deixa-lo muito mais vulnerável às infecções.

Apesar disso, sente-se o optimismo da investigadora, que acredita ser uma questão de tempo até que os necessários aperfeiçoamentos no procedimento e na precaução em torno de toda a cirurgia a venham tornar mais segura, e, também, menos assustadora ou estranha para os pacientes.

Curiosamente, as pessoas voluntariam-se – suponho que num acto de puro desespero e nunca pelo gosto insano de aventura ou de adrenalina… (Sempre são organismos diferentes…)

É certo que todas as experiências feitas requerem, naturalmente, cobaias, tanto animais como humanas, mas tudo isto faz-me divagar pelos corredores da Ética: “Será justo? Será a justiça para aqui chamada, se quer?”

A única diferença é que, aqui, o ser humano tem a chance de escolher submeter-se e prestar-se a esse papel, enquanto que os animais não. É aquele procedimento que advém do típico raciocínio científico, chegando-se quase sempre à mesma ilação: o progresso implica cobaias. Sem elas, não se saberiam os resultados em seres vivos; sem “vítimas”, não se descobririam as consequências, os efeitos primários e secundários e terciários e por aí adiante. E, se assim não fosse, não se poderiam salvar vidas.

É então que acontece.

Surge-me uma questão – um momento de azáfama mental rodopiante em que as ideias e as coisas que sabemos e que vamos descobrindo se misturam, se cumprimentam, mas não se entendem. Resumo-me ao ser irrequieto que sou, graças à minha racionalidade abençoada, e, em consciência de uns quantos princípios éticos, aliados a uma adoração por animais, vejo-me vacilar perante a realidade que teima em bater o pé e afirmar-se mais uma vez: “Um mal menor por um bem maior.”

Será ridículo sentir pena dos animais que são utilizados vezes e vezes sem conta para experimentarem neles todo o tipo de soros e drogas inventadas, e que acabam eventualmente – atrevo-me a afirmar que muito certamente – por matá-los de forma assaz atrocidante? Como será estar na pele de quem aplica todas aquelas injecções, com conteúdos estranhos, fabricados nos laboratórios, e que depois abre o corpo indefeso desses animaizinhos – semi-vivos, semi-mortos – a meio para retirar aquilo que bem lhes entender…? Não a imagino uma tarefa fácil – nem de se fazer, nem de se entender. Mas respeita-se. Não sei como, mas respeita-se. As pessoas parecem respeitar porque “tem de ser”, lá está.

E nisto, lá vêm elas – as imagens. Chegam e invadem-me a mente num rompante, apertando-me o coração numa sensação desagradável – sensação de que algo não está certo, de que algo funciona ao contrário. São questões polémicas que chegam e atormentam a minha Razão: “Será justo usarmos o nosso poder sobre animais que não se podem defender? O que andamos nós a fazer?” E respondem-me: “Progressos.” Naturalmente, eu sei. Sei que estas coisas são assim em prol de um avanço na medicina, e não só… Mas, e as questões éticas? Até que ponto o ser humano tem o direito de torturar uma vida, de por cobro a ela, por mais pequena ou indiferente que ela lhe possa parecer nas mãos?

A realidade que vejo, que ouço e que vou desvendando confessa-me coisas que não gosto de ouvir. O mundo que foi feito pelos homens declara que é normal sacrificar os seres vivos mais pequenos e indefesos em benefício dos outros, mais fortes. Isso quer dizer que acaba por ser digno, então, trancá-los em gaiolas de ferro, com uma luz artificial a bater-lhes nos focinhos, e não a luz do Sol, e, em vez de carinhos e festas, espetam-lhes agulhas finas e grosas, grandes e pequenas, cravadas no pêlo, e que vão invadindo o corpo vulnerável e maltratado desses animais, até que se testem todos os líquidos coloridos dos tubinhos de ensaio, cujo resultado é derradeiramente incerto, mas possivelmente fatal. “São males que vêm por bem…” – ouço dizer. Ao que parece, são males que “não fazem mal nenhum”! Mas, então? São o que são: males, e ferem, como todos eles. “Mas, tudo em prol de uma sobrevivência, certo? Então, está bem!” São coisas…

Serei insana ao comparar o sofrimento humano com o animal? É que a dor é-me universalmente entendida: dor é dor. Ambos – gente ou animal – sofrem dor: aquilo que sangra um, com certeza que sangra o outro, e aquilo que mata um, com certeza que mata o outro – e refiro-me ao que presumivelmente se faz dentro de um laboratório durante esse sortido de experimentações.

Margarida Neves, a investigadora, coloca um dilema interessante: “A questão é saber se o homem é ou não um ser superior e se tem ou não direito a usar animais.”

Estranha sensação. Até que ponto a vida de um ser humano é mais importante e preciosa do que a de um outro ser vivo? “Tal como dor é dor, vida é vida.” – segredam-me a mente e o coração, em conversa comigo, emocionando-se – “Ambos nascem para viver – tanto o ser humano como o animal, e ambos têm esse direito. O Homem ganhou foi a presunção, agora típica, de que pode mexer nas vidas mais frágeis…” O que faz mais impressão será o facto de fazermos tudo conscientemente, portanto. E outra questão desenha-se em mim. “Por que é que faz impressão às pessoas pensar em experiências em que se usam seres humanos e não lhes faz tanta confusão, ou mesmo nenhuma, quando nessas experiências são animais que sofrem? Será que se esquecem que também eles sentem?”

E lá vem aquela revolta que, sem quaisquer apresentações, autorização ou explicações, me toma e me perturba mais uma vez: “Matamo-los por sobrevivência ou já se tornam caprichos de ‘gente’?”A certa altura, não sei o que pensar. Não posso afirmá-lo um capricho, porque realmente salvam-se vidas humanas com o sacrifício de muitas vidas animais, mas… Será justo matar uma vida – que não se pode defender com a mesma inteligência – para salvar outra, da forma que se faz?

“Matar para salvar?” Resultava se fosse aquela ideia de “matar para comer”, e mesmo assim o facto de o homem matar em série industrial para alimentar todo um mundo capitalista – só se vive pensando em lucro – faz-me lembrar inadvertidamente primeiro, em campos de concentração, e segundo,  numa posição de “serial killer”. A ideia de testar produtos estranhos para cosmética em animais, e de se experimentar transplantar órgãos animais, e por aí, soa-me estranho. Soa-me a injustiça impensada, não calculada nem acreditada. É contraditório, e isso assusta-me. Parece-me vazio de sentido humano. Isto porque conseguimos usá-los em nosso proveito de todas as formas possíveis e imagináveis! Quando lhes fazemos mal, temos noção disso, e o facto de a termos, torna tudo um pouco “malicioso”. Os animais não pensam, logo não têm malícia naquilo que fazem. É tudo instintivo, espontâneo, sem pretensões.

Assim, surge algo de perverso nesta presunção humana, nestes esforços. Matam-se vidas. Salvam-se outras. E qualquer coisa falha aqui. “Teremos esse direito?”

Pensativa com a notícia sobre o xenotransplante, recosto-me e deixo-me reflectir mais um pouco. Perturbam-me estas questões. A falta de humanidade nos homens, por vezes. Mas, supostamente, tudo isto é “normal”. É corajosamente aceite pelo Bem de todos – de todos os seres humanos. Há, contudo, campos que nos fazem entender “abusos” diferentes de poder sobre os animais: tanto a cosmética como a medicina evoluem, graças a cobaias animais, mas não respondem a uma mesma necessidade, nem relevância. Há aqui um egocentrismo solto, não reconhecido, irracional, que nos parece legítimo. Só nos interessamos por nós, e basta.

Exploramos! Nada mais natural, e ainda assim… Por que é que a minha Razão não se acalma? Raio de consciência…!

A investigadora apontara ainda que considerava mais digno fazer-se estas experiências do que se cultivar uma produção alimentar capitalista.

Isso fez-me entender que há pessoas que desligam e ligam, quando assim o decidem, o interruptor da ética, ou que treinam muito a sua mente para aceitar determinadas atrocidades e não outras. É uma questão de selecção. Coisa de gente. A mente humana é o sistema mais complexo que poderá alguma vez existir, com certeza…

Vivemos, de certo, uma época de capitalismo puro, e nisto, inclui-se naturalmente o campo da alimentação. O ser humano agarrou-se, como já referi, ao lucro capitalista para criar e matar em série animais que faz nascerem em espaços controlados, esquizofrenicamente apertados, onde são criados para um único fim – a prateleira do supermercado mais próximo. Ou seja, estes, enquanto vivem, não vivem livres, partilhando o mundo que existe lá fora, a relva, o Sol, a chuva. Vivem em cativeiro, em mundos esterilizados, onde todas e quaisquer condições atmosféricas e alimentares e higiénicas serão controladas para garantir a “qualidade” dos produtos finais. Isto são factos, não são dramas nem ilusões.

Há, decididamente, qualquer coisa de muito egoísta em nós. Só o ser humano é capaz de usar e abusar e matar, por tudo e por nada, e tanto fá-lo pelo Bem – como aconteceu num caso até mencionado nesta notícia, em que se retirou o fígado a um chimpanzé para se colocar num paciente – e a questão agora é: “E o chimpanzé aceitou submeter-se a isso? Pois, com certeza!” -, como pelo Mal – o mal acontece sob tantas formas. O ser humano é o único ser vivo que é capaz de matar, tendo consciência dos seus actos, por ganância, por maldade, por prazer, por fins maiores que ele próprio, sejam as vítimas da sua ou de outra espécie. E os animais morrem porque o Homem quer a sua pele – animais selvagens de pequeno e grande porte, como raposas, coelhos, e os exóticos tigres, leopardos, zebras -, quer as suas presas – elefantes -, quer a sua carne – legítimo, porque destina-se à sobrevivência, e, mesmo assim, o ser humano retira daí lucro -, quer divertir-se com a morte deles – lutas entre animais, lucrativas, clandestinas, organizadas em segredo -, ou mesmo com confrontos entre homem e animal – como acontece nas touradas -, e, agora, pelos seus órgãos frescos. Maravilhosa realidade, esta, a que presenciamos hoje. Acredito que, no futuro, consigamos encontrar ainda mais razões e maneiras de usar a vida e a morte de animais. Um futuro promissor… Deveras…

Há pessoas que se esquecem. Esquecem-se e habituam-se a não se lembrar. Então, eu lembro-lhes agora. Os animais não são “coisas”. Curiosamente, são seres vivos, e não brinquedos. Se for para se matar, deveria ser apenas por questões de sobrevivência da espécie, mas não vejo só “sobrevivência”. Não. Vejo “brincadeiras”, vejo violência contra os animais, também. Há pessoas que lhes pegam e brincam com eles, como se as suas vidas não fossem nada, mas, ainda assim, estes respiram, mexem-se nas nossas mãos, e estão quentes, ainda.

Porque será que pensamos assim? “Podemos e fazemos. Sem remorsos.” É mais fácil para os animais, que não têm esta nossa noção racional daquilo que se faz. Mas nós temos. “E?” – pergunto-me. “Não sei… Tal como há pessoas que baralham a esquerda e a direita, há quem baralhe o certo e o errado.” – respondo-me.

Já o animal não baralha nada. Esse, é, e vive livre, quando o deixam. É selvagem e solto no mundo, sem dono, pertencendo a todos os lugares que quiser. É animal que mata por impulso, porque está na sua natureza caçar para sobreviver, também. Mas mata só e apenas por questões de sobrevivência e de defesa, mas o homem não mata só por isto, e é essa diferença a chave da questão. Nisto, o animal ganha contornos inocentes porque não esquematiza, não planeia, não imagina, não inventa, não tem capacidade de raciocinar, e, por isso, nunca revela malícia consciente naquilo que faz. Assim, as intenções do homem seguem uma vantagem – o raciocínio – que, mesmo sendo natural, e devendo ser aproveitada e desenvolvida, retira um pouco – ou muita – da candura dos seus actos – dependerá da situação -, já que o homem faz tudo com consciência: mata, tal como referi em cima, por boas e também por más razões. O animal ganha uma dimensão mais “ingénua”, mais frágil. Mais digna. Não mata por matar, mas porque precisa de comer. Já o homem… São várias as razões que o movem.

O que me intriga nisto tudo é o seguinte. O animal, ser irracional e “pensado como inferior”, acaba por agir de maneira mais humana, digna, respeitável e “superior” do que o próprio ser humano, que tantas vezes é capaz das maiores atrocidades e desumanidades, tanto contra elementos da sua própria espécie, como de outras.

Estamos num mundo estranho, onde os animais conseguem ensinar-nos lições, e nós não o percebemos porque nos consideramos “inteligentes”, e isso por si só já seria muito. Somos, se calhar por isso, os que mais temos para aprender. São inúmeros os desafios que nos surgem graças à racionalidade. Erros cometidos? Incertezas? Aspirações? Qualquer coisa pode conspirar contra a vida de outros seres, sem que reparemos, por força do hábito, talvez. Nós temos, por isso mesmo, a responsabilidade de reflectir sobre os nossos actos e intenções. Coisas com e sem Razão. É coisa de gente, o que nem sempre se entende.

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Uma resposta to “Leis da Evolução, por Nídia Faria”

  1. Pedro Pina Says:

    “Este animal, que é selvagem, mata por impulso, mas porque está na sua natureza caçar para sobreviver. Mata por questões de sobrevivência e de defesa.” – não foi isto que começaste por criticar no início? O Homem matar animais para garantir a sua sobrevivência? oO

    Não vejas isto como gozo.. até porque li o texto até ao fim!

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